24/11/09

Lê, reconta e ilustra o conto

O cão e o seu reflexo no rio


Era uma vez um cão que encontrou um osso. Abocanhou-o e correu para casa para o saborear com calma. Pelo caminho, teve que passar por cima de uma tábua que unia as duas margens de um riacho.
Nisto, olhou para baixo e viu o seu reflexo na água. Pensando que era outro cão com um osso, resolveu roubar-lho. Para o assustar, abriu a boca e arreganhou-lhe os dentes. Ao fazê-lo, o osso caiu na água e foi arrastado pela corrente.
Moral da história:Contenta-te com o que tens e não cobices o que pertence aos outros.


(Fábulas de La Fontaine) Fredo

Teatro

Numa escola o professor pergunta a cada aluno as tabuadas estudadas para ver se estão bem decoradas. Assim, questiona-os um a um:
Professor – Manuel, diz-me a tabuada do dois.
Manuel – dois vezes um, dois. Dois vezes dois, quatro. Dois vezes três, seis…
Professor – Muito bem! Joana, diz agora tu a tabuada do três.
Joana – Três vezes um, três. Três vezes dois, seis. Três vezes três, nove…
Professor – Muito bem, Joana. Estudaste bem a lição! Diz-me agora tu, Zequinha, a tabuada do quatro.
Zequinha – Tam-ta-ram-tam, tam-ta-ram-tam, tam-ta-ram-tam…
Professor – Ó Zequinha, então isso é que é a tabuada do quatro?
Zequinha – Desculpe-me, Senhor Professor, esqueci-me da letra. Só sei a música.



José Pedro

O Menino e a Maçã

Certo sábado, de tarde, um menino saiu de casa para passear. Ao andar pelo jardim público, ele viu uma macieira. Imediatamente observou uma bela maçã que o atraiu pela sua cor encarnada. Não conseguiu resistir e resolveu trepar a árvore, muito a custo, para retirar a maçã.
Mal chegou ao chão pulou de contente por ter conseguido tão belo troféu.
Mas na hora de comer a maçã. Logo que a mordeu, viu uma pequena minhoca que por pouco não foi comida. Esta minhoca também tinha achado atraente a mesma maçã.
Triste por não ter comido a maçã mas alegre, ao mesmo tempo, por ver que a minhoca tinha uma casa bonita e com muita comida para ela, foi à procura de uma outra bela maçã que pudesse comer sem destruir o lar de outra pequena minhoca.

Pedro Silva

Magusto da Escola

No dia de S.Martinho, na minha escola, costumámos fazer um magusto e a Feira de S. Martinho.
Habitualmente é no largo dos Bombeiros mas este ano foi no mercado municipal por causa do mau tempo.
Para ajudar a escola na aquisição das prendas de Natal, os alunos levam produtos regionais para vender às pessoas que nos visitam e, como sempre, este ano voltamos a vender tudo.
O magusto foi muito fixe, principalmente as castanhas estavam muito boas. Infelizmente, eu tive de me ir embora mais cedo porque tinha aula de ténis as mesmo assim diverti-me imenso.

Eduardo

Os meus melhores amigos

Os meus melhores amigos são o Bernardo, o Edu, o Gonçalo, a Joana Sá e a Sofia...
Eu gosto muito deles por amizade. Brinco muito com eles e gosto muito.
Os jogos que nós jogamos são basquetebol, caçadinhas e escondidinhas.
Quando jogamos basquetebol, às vezes zangamo-nos. Quando uma equipa faz falta os da outra reclamam.
Quando jogo caçadinhas gosto muito de caçar o Edu.
Eu, os meus colegas de sala e ainda o Bernardo e a Beatriz divertimo-nos imenso nos intervalos.
José Pedro

19/11/09

O Carteiro

Os carteiros entregam cartas, encomendas, prendas, postais e muitas outras coisas.
Eles andam de mota, a pé ou de bicicleta.
Vão às nossas casas, e colocam as cartas na caixa do correio.
Têm to
dos os dias o mesmo horário. Na minha casa o carteiro passa sempre antes do meio-dia.
Quando trazem cartas registadas ou encomendas, tocam à campainha para o destinatário assinar e receber a correspondência.
As cartas e encomendas devem trazer sempre o nome da pessoa a quem se dirige, o nome da rua, o número da porta, o nome da cidade ou aldeia e o código postal.
Quando é alguma coisa urgente deve ser enviado em correio azul.
Para enviar uma carta pelo correio temos que colar um selo no envelope.
Para mim nunca vem nada de jeito.
Os meus pais recebem muitas vezes correio.
A minha caixa do correio está sempre cheia de publicidade que não presta para nada.
Eduardo Ferreira

O GATO MALVADO






Era uma vez um gato muito malvado. Ele gostava muito de comer pintainhos.
Um dia, viu um pintainho a comer migalhas de pão, e a barriga dele começou logo a roncar. “Ronc, Ronc!”, fazia a barriga do gato malvado.
O pintainho estava muito sossegado a comer. O gato foi sorrateiramente para trás dele. Quando o pintainho deu por ela, começou logo a correr e a piar por socorro.
Então, o galo da capoeira apareceu imediatamente à beira do gato e deu-lhe umas valentes bicadas e alguns arranhões, com o seu bico forte e com as suas unhas bem afiadas.
O gato malvado levou tantas picadelas e arranhões que até ficou a ver estrelinhas.
O pintainho agradeceu a ajuda preciosa ao galo da capoeira. E … desataram a rir-se!
O gato malvado, prometeu portar-se melhor e, por isso, agora passou a ser conhecido por gato bonzinho.


Ana

As minhas férias


Durante as férias frequentei o Às do Saber e dei dois passeios.
Um ao Santo Parque onde fizemos algumas actividades e o outro foi ao Oceanário. Vimos peixes e muitos animais aquáticos.
Fui com o meu pai e a minha mãe à praia, à piscina e fui de bicicleta até o farol de Esposende.
No dia 12 de Setembro eu o Daniel fizemos 8 anos. Foi muita
gente à minha festa de anos. No sábado fui à festa de aniversário do meu
Primo Guilherme que fez 9 anos.
As minhas férias foram muito agradáveis.
Daniel

Férias em Veneza


Eu, a minha mãe e o meu irmão tínhamos acordado às 4:30 da manhã. Os amigos do meu pai foram-nos buscar para nos levar ao aeroporto.
Pelo caminho não vimos muitos carros.
Quando chegamos ao aeroporto eu tinha muita fome. A minha mãe queria comprar roupa, mas não teve tempo.
Apanhamos o avião para ir ter com o meu pai. Chegamos ao aeroporto de Barcelona. Quando vi o meu pai, corri para ele e dei-lhe um grande abraço.
Depois apanhamos o avião para Veneza.
Chegamos a Veneza e saímos rapidamente porque o meu pai tinha de ir à festa do amigo dele chamado Oberwaus.
Viajamos no autocarro durante muito tempo. Tivemos de ir a uma fábrica e continuamos a viagem outra vez, até Bolzano.
Passamos a noite num hotel chamado Fourpoints. Na manhã seguinte fomos passear ao centro da cidade e almoçamos com o meu pai.
No final da tarde fomos à festa do amigo do meu pai. Foi uma seca, porque fomos recebidos numa igreja com um coro de música.
Depois fomos para o castelo onde ele vive e jantamos numa mesa parecida com a dos reis com música nos intervalos em que serviam a comida.
Eu e o meu irmão estivemos a jogar PSP durante todo o jantar e, por isso, o meu pai ficou zangado comigo.
No dia seguinte saímos do hotel e voltamos para Veneza. Deixamos o carro no aeroporto e fomos de táxi para o nosso hotel, chamado S. Marcos.
Em Veneza, os táxis são barcos que nos levam para todos os sítios que queremos visitar. Todas as ruas são canais de água.
No dia seguinte fomos visitar a praça de S. Marcos e andamos de autocarro. Este é um barco grande, que pára em todos os sítios.
Visitamos uma ponte muito antiga que se chamava Rialto e uma muito moderna do arquitecto Calatrava.
Depois fomos andar de gôndola, é um barco pintado de preto com uns bancos muito bonitos e um homem na popa de chapéu, camisola às riscas e com um remo enorme. O condutor da gôndola chama-se gondoleiro.
O gondoleiro mostrou-nos alguns museus, igrejas, pontes e casas de homens muito importantes, como o Marco Paulo.
No dia seguinte, quando saímos do hotel pela manhã, a água dos canais tinha subido tanto que a praça de S. Marcos estava cheia e as gôndolas não passavam pelas pontes.
Veneza tem cento e vinte igrejas e quatrocentas e vinte pontes. As pontes, para os seus habitantes são como para nós as passadeiras nas estradas e os canais são como estradas e ruas.
Depois de tanto passear, fomos para o hotel.

No seguinte dia à tarde regressávamos a Portugal.
Acordamos já um pouco tarde. Fomos tomar o pequeno-almoço e algum tempo depois já estávamos a almoçar. Pouco tempo depois fomos embora de barco. Enquanto viajávamos até ao aeroporto de Veneza, eu tirei fotografias.
No aeroporto ficamos três horas à espera do avião para Lisboa.
Esta foi a minha aventura em Veneza.


Manuel

12/11/09

Gato Maroto

Gato maroto
Arranha as Cortinas,
Vou chamar-te Traquinas.


Come, come sem parar
Mais biscoitos, não te vou dar.


Pára de tentar tirar a trela!
E, também de sair pela janela.
Vá lá, dorme e não ressones.
É assim, um gato maroto
.


Matilde

A ilha Rabina

A ilha Rabina era uma ilha no meio do mar
Os seus habitante por tudo e por nada começavam a dançar.
Ilha tão esquisita nunca se viu!
Será que tinha pelo menos um piu-piu?
Havia festas e festas sem nunca parar
Sem tempo para respirar.

Não admira que ninguém vá lá porque dizem que de lá ninguém voltará.
Essa ilha tão careta
Era a mais tola do planeta.

Matilde

Se eu fosse rato …




Se eu fosse rato e vivesse com a minha família em minha casa, teria coisas boas e coisas más...


As coisas boas de ser rato seriam:
- Ser pequeno e ninguém me ver e assim poder entrar por qualquer buraco das portas, e ouvir as conversas dos adultos.
- Poder dormir até tarde todos os dias porque não tinha de vir à escola.
- Deitar-me á hora que quisesse sem o meu pai me mandar para a cama.
- Nunca ninguém me encontrar quando brincasse às escondidinhas.

As coisas más de ser rato seriam:
- A minha mãe não gosta de ratos, e logo me daria com a vassoura ou com um pau duro.
- Quando fosse falar com a minha mãe, com o meu pai, com a minha irmã ou com o Eduardo, seria tão baixo que só chegaria às calças deles.
- Não podia jogar futebol, basquete, andebol, hóquei em patins ou nadar, que são coisas que eu gosto muito de fazer.
- Os ratos comem queijo e eu não gosto de queijo (só se fosse um rato italiano já que gosto de mozzarella).
- Os ratos andam por sítios muito sujos e mal cheirosos, e só comem o que encontram.
- Tinha de estar sempre atento e a olhar para trás, a ver se não vinha nenhum gato para me comer.













Eduardo Ferreira

O Tiago e o Bolinhas


Era uma vez um pintainho que se chamava Tiago.
O pintainho Tiago estava a comer migalhinhas de pão perto da sua capoeira.
Passado algum tempo, um gato que se chamava Bolinhas andava por ali por perto e resolveu espreitar atrás de uma árvore. Quando chegou lá viu o pintainho Tiago.
O gato Bolinhas pensou logo em comer o pintainho Tiago.
Então, escondeu-se atrás de uma árvore e começou a andar muito devagarinho. Quando chegou à beira do pintainho Tiago pôs as garras de fora para o comer. Mas, o pintainho Tiago começou a fugir e a piar o mais alto que podia. Entretanto, o galo da capoeira deu conta do que se estava a passar, saltou para cima do Bolinhas e deu-lhe tantas bicadas que ele logo desistiu de atacar o Tiago.
O galo da capoeira e o pintainho Tiago ficaram muito felizes por se verem livres do gato Bolinhas, pois este nunca mais se aproximou da capoeira.
Fim!

Maria Viana

10/11/09

A nossa escola

A nossa escola foi inaugurada no final do ano lectivo passado pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Esposende. Na altura, os alunos do terceiro e do quarto fizeram um espectáculo com números muito bonitos e coloridos.
Esta escola situa-se em Esposende, na rua Dr. Henrique de Barros Lima. O seu aspecto é muito bonito e airoso.
Os seus alunos são, maioritariamente, da cidade de Esposende, apesar de ter alunos de outras freguesias.
As salas de aula têm muita iluminação, sobretudo a natural. Estão todas equipadas com aquecimento, quadros interactivos, computadores, para além do mobiliário normal. A escola possui um polivalente onde são dadas algumas aulas de Educação Física e uma biblioteca. Neste último espaço, são dadas aulas de apoio, pelo que, está quase sempre indisponível.
Todos os corredores são iluminados a partir de um átrio central. Aí encontram-se plantadas três árvores e um lago com sapinhos. O átrio está pavimentado com calceta de granito.
Em termos de segurança dispõe de saídas e iluminação de emergência, central de detecção de incêndios, alarmes, extintores e bocas-de-incêndio armadas.
O recreio tem tabelas de basquetebol, uma pequena horta, várias árvores, um escorrega, uma mini torre de escalada e dois baloiços. Um deles está avariado há já algum tempo. Já devia estar reparado!
A escola é tão agradável que todos temos a obrigação de a preservar e tirar o máximo proveito brincando, estudando e aprendendo.
Texto colectivo

09/11/09

Desafios de Matemática


Numa Gaiola com coelhos e galinhas há 9 cabeças e 24 patas.
Com estes dados diz quantas galinhas há.